Manaus - Pouco mais de dez representantes da Associação Profissional dos Vigilantes do Estado do Amazonas, fizeram na manhã da última sexta-feira (8), em frente à Prefeitura de Manaus, no bairro da Compensa, um manifesto contra a decisão do prefeito de acabar o contrato com as empresas que prestavam serviço de vigilância às escolas municipais, ocorrido no último dia 30 de junho.
Segundo números do presidente da Associação, André Vieira, a decisão afetará diretamente 2 mil trabalhadores que perderam o emprego. “Sem conversa, sem diálogo e sem aviso. Foi assim que a prefeitura tratou o caso dos trabalhadores. Estamos aqui para tentar conversar com o prefeito e rever essa situação”, disse.
Paralelo a isso, ocorria na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed), uma reunião entre o titular da pasta, Mauro Lippi, e representantes das empresas de vigilância. De acordo com a assessoria, ainda não houve uma definição do que foi discutido, e que, por enquanto, mantêm-se a decisão do último dia 30.
Olho eletrônico
Em nota, a Semed informou que a decisão de encerrar o contrato com as empresas faz parte do novo programa de segurança eletrônica que a prefeitura está implantando nas escolas da rede municipal. A Semed disse ainda que apenas vai fazer contratação de porteiros para as escolas, e que o monitoramento será feito por câmeras de segurança conectadas à internet.
Em Manaus, pelo menos 330 escolas já estão com o sistema instalado. Apenas as escolas da zona Ribeirinha não possuem câmeras. A Semed informou que isso será sanado quando houver disponibilidade de linhas telefônicas.
A previsão de lançamento oficial do novo programa de segurança eletrônica está marcada para o mês de agosto, próximo. De acordo com a prefeitura, o novo sistema deverá gerar economia de R$ 14 milhões aos cofres públicos.
FONTE : http://www.d24am.com

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